Indústrias Romi registra aumento da carteira de pedidos (+85,5%) e receita operacional líquida (+34,2%) no 1T21

A Indústrias Romi S.A. apresentou receita operacional líquida consolidada de R$ 222,6 milhões no primeiro trimestre do ano, o que equivale a um crescimento de +34,2% em relação ao 1T20.

Segundo a empresa, com o maior volume de faturamento e o controle eficaz dos custos e despesas, o EBITDA de janeiro a março apresentou crescimento de +167,0%, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Ao final do primeiro trimestre, a carteira de pedidos total da companhia registrou crescimento de +85,5% em relação ao 1T20.

Unidade de Máquinas Romi

Nesta unidade, a receita operacional líquida do 1T21 apresentou crescimento de +59,9% em relação ao 1T20, decorrente da retomada dos pedidos a partir de junho de 2020. A expansão da margem operacional nesse mesmo período de comparação aumentou +11,9 p.p..

A entrada de pedidos na Unidade de Máquinas Romi apresentou crescimento de +150,2% no 1T21, “reflexo do ambiente favorável aos investimentos, da tecnologia dos produtos fabricados pela empresa e das novas alternativas de negócios, como por exemplo a locação de máquinas”.

Unidade de Fundidos e Usinados

A Unidade de Fundidos e Usinados da Romi alcançou crescimento de +65,2% na receita operacional líquida do 1T21, em relação ao 1T20, com a continuidade nas entregas de peças de grande porte e retomada dos demais segmentos. A margem operacional apresentou crescimento de +10,6 p.p., reflexo do maior volume de produção e da evolução na eficiência operacional.

Em comunicado, a empresa afirma que “a entrada de pedidos na Unidade de Fundidos e Usinados no 1T21 apresentou crescimento de +70,1%, quando comparada ao mesmo período do ano anterior, reflexo das peças de grande porte para o setor de energia e da retomada de todos os demais segmentos industriais atendidos por essa unidade”.

Unidade Burkhardt+Weber

Nesta unidade, a entrada de pedidos no 1T21 atingiu R$ 53,5 milhões; crescimento de +165,2%, quando comparada ao 1T20; reflexo da retomada dos negócios, principalmente na China.

Nas palavras de Luiz Cassiano R. Rosolen, diretor-presidente da Romi, “o ano de 2021 continua indicando um ambiente favorável para a realização de investimentos, conforme iniciado em meados de 2020. Essa recuperação importante no volume de negócios pode ser notada na entrada de pedidos de Máquinas Romi.

O atual nível dos juros, assim como o patamar cambial, estimulam a indústria nacional e o país em geral a alocar uma maior parcela do capital na economia produtiva, na busca por uma maior produtividade e preservação da competitividade.

Em 2020, diante dos sinais mais concretos dessa retomada, a companhia se preparou principalmente em relação aos pedidos de matérias-primas e componentes junto à cadeia de suprimentos, o que nos tem permitido atender às demandas dos nossos clientes”.